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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Potes decorados e lembrancinhas

Postado Por educaipo Postado As 11:50 Com Sem Comentarios

quarta-feira, 20 de maio de 2015

A escola Vitor Rodrigues da Motta, recebeu a visita da atriz Bel da novela chiquititas do SBT, muito simpática a atriz  brincou com a crianças, tirou fotos e até dançou o sucesso de chiquititas.



Como realizar uma sondagem

Postado Por educaipo Postado As 09:12 Com Sem Comentarios


terça-feira, 19 de maio de 2015

1 Como verificar o que de fato os alunos ainda não aprenderam?
Diagnóstico inicial, provas, observações de atividades realizadas em sala de aula, exercícios de sondagem, situações-problema, trabalhos em grupo, tarefas de casa - em conjunto, esses e outros instrumentos de avaliação ajudam a enxergar os diferentes saberes de cada um. Olhar apenas a nota das provas é absolutamente insuficiente para averiguar o que foi aprendido. Ainda mais quando sabemos que esse tipo de avaliação nem sempre é preparado de uma forma que permita checar se cada conteúdo trabalhado foi de fato aprendido. "Avaliação bem feita e válida é aquela que está relacionada aos objetivos de ensino e traz perguntas que abordam tudo o que foi ensinado. Ela permite que o aluno descreva o que aprendeu ou deixou de aprender", afirma Luckesi. "Sem ter clareza sobre as dificuldades de cada um, o professor pensa que terá de trabalhar com muito mais conteúdos do que o necessário e acaba desistindo da recuperação."
2 Como analisar os resultados das estratégias de avaliação?
Em relação especificamente às provas, uma boa dica é ler de uma vez a resposta de todos a uma mesma questão. É importante fazer anotações sobre as dificuldades encontradas: quem errou, por quê, como, as ideias apresentadas sobre o assunto, quais os equívocos mais comuns etc. Tabular esses dados ajuda a definir em que investir mais força, o que retomar coletivamente e o que trabalhar em pequenos grupos (leia mais no quadro abaixo). Ao analisar cadernos, portfólios e trabalhos de casa, você tem um retrato dos diferentes momentos de avanço da turma - o que é fundamental para enxergar exatamente onde está a dificuldade de cada um em compreender o conteúdo e para eleger as estratégias que ajudarão todos a superar os problemas.
 
Nas situações do dia a dia na sala de aula e nas tarefas de casa, é possível checar se problemas detectados no desempenho em provas se confirmam. "É comum as crianças não saberem utilizar nos testes o conhecimento que têm", ressalta Rosa Maria Antunes de Barros, coordenadora pedagógica da Escola Castanheiras, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, e autora de um estudo sobre grupos de apoio em escolas. Se numa atividade um aluno soube fazer algo e nas outras não, é indicativo de que ele domina parte do conteúdo, mas não está seguro disso. É imprescindível falar com ele, escutar quais são suas hipóteses, verificar até onde chegou e quanto avançou desde a última atividade.
 
3 Concluí que meus alunos têm dificuldades diferentes. Como lido com isso?
"Fazer agrupamentos é o grande pulo do gato para recuperar as aprendizagens de todos", acredita Rosa Maria. Tendo um diagnóstico bem feito, que aponte exatamente os problemas de cada um em relação aos conteúdos trabalhados em sala até o momento, é possível dividir a classe. Um grupo será constituído pelos que não apresentam problemas e precisam continuar avançando. Os demais devem ser divididos em no máximo três agrupamentos, com dificuldades comuns entre os integrantes. Afinal, em determinado tema abordado em aula, não há tantas coisas diferentes que possam gerar dúvidas entre a garotada. Porém, se você detectou que um problema de aprendizagem é comum a grande parte da turma, cabe uma reflexão: será que a metodologia e a estratégia utilizadas foram coerentes com o objetivo pedagógico? Em seguida, retome o conteúdo com urgência e sobre novas bases. Lembre-se de que avaliar também é checar a qualidade e a eficácia do próprio trabalho.
4 Quais os critérios mais indicados para formar grupos em sala de aula?
São duas as variáveis que determinam os agrupamentos: as necessidades de aprendizagem e o objetivo da própria atividade. Além disso, é importante considerar as características pessoais e os vínculos afetivos da turma. Dependendo da tarefa, a garotada fica livre para escolher os parceiros. "Em qualquer dessas situações, é importante deixar claro para todos no que se baseou a organização e os seus objetivos com ela. Eles têm de estar seguros e saber o que é esperado deles", ressalta Maria Celina Melchior.
Os erros mais comuns
- Determinar quem será reprovado antes do fim do ano letivo. Os alunos com mais dificuldade não devem ser abandonados. Ao contrário, eles são os que mais precisam de atenção.
 
- Separar os que têm dificuldade em uma sala para os "fracos". Essa estratégia estigmatiza quem está de recuperação e não ajuda no processo de aprendizagem.
 
- Deixar a recuperação para a última semana do ano letivo. Se para a criança está sendo árduo avançar, uma revisão rápida do programa do ano não funcionará.
 
- Repetir na recuperação as estratégias já usadas. É preciso proporcionar outras formas de ensino para que todos aprendam o conteúdo.
5 De que forma posso organizar o trabalho dentro dos agrupamentos?
Em cada um deles, o estudo pode se dar em subgrupos, duplas ou individualmente, de acordo com as necessidades de aprendizagem e os objetivos de ensino. Em agrupamentos maiores, são ricas as discussões de estratégias para resolver uma questão ou a reflexão sobre o tema estudado. Nas duplas, é válido colocar alguém que tenha maior dificuldade para realizar uma atividade com um colega que entendeu melhor. As dúvidas do primeiro podem ser fundamentais para que o outro avance no conteúdo. Além disso, quem está enfrentando problemas aprende com a ajuda do colega. "Isso, no entanto, não deve ocorrer sempre. É preciso lembrar que quem sabe também precisa continuar aprendendo", explica Maria Celina. Já as atividades individuais ajudam o aluno a se sentir seguro sobre as aprendizagens, já que tem de colocar em jogo todo o conhecimento adquirido. Não esqueça: na maior parte do tempo, todos estarão juntos e vão seguir aprendendo ou revendo os mesmos conteúdos.
6 Como dar conta das diferentes demandas dos grupos sendo uma pessoa só?
O segredo é planejar em detalhes cada aula de recuperação, prevendo tarefas para todas as equipes (leia mais no quadro abaixo). O ideal é propor sequências didáticas bem ajustadas às necessidades de aprendizagem de cada uma delas. Na hora de determinar o que fazer e quando, considere os critérios didáticos a seguir:
 

Atividades Trabalhar com foco nas necessidades dos alunos não significa a toda aula propor algo diferente para cada um. É claro que no reforço não adianta repetir o que já foi realizado pela turma, mas propondo diferentes atividades você contempla mais alunos. Para os que já compreenderam a matéria, apresente tarefas com complexidade um pouco maior. À medida que aqueles que estão com dificuldades caminham, é possível propor a eles o que os avançados fizeram nas aulas anteriores. Construa um banco de atividades, se possível, com colegas da escola. Guarde os arquivos de propostas que surtiram bom efeito em aula para sempre adaptá-las e melhorá-las.
 

Recursos Invista em diversos materiais (vídeos, músicas, revistas, jornais, sites, jogos, mapas, atlas etc.) e estratégias (aulas expositivas, visitas a locais históricos etc.) como ferramentas de ensino. Mesmo em tarefas coletivas, é possível escolher recursos diferentes para cada grupo, sempre pensando no que melhor se encaixa em seu objetivo e nas necessidades de cada um.
 

Tempo Quem acompanha a turma de perto identifica os que precisam de um período maior para entender um conteúdo e já considera isso no planejamento. Às vezes, a criança tem de ficar mais tempo num mesmo ponto e contar com uma atenção redobrada, enquanto o restante realiza mais de uma atividade. O segredo é destacar essa flexibilização de tempo no planejamento e garantir que nas aulas coletivas ela siga avançando.
7 Como retomar conteúdos não aprendidos sem deixar de cumprir o programa?
Distribuindo algumas aulas de reforço ao longo da semana de forma que você possa propor desafios para os que não têm dificuldades e também atividades para a turma completa. Reserve cerca de uma hora por dia ou um período de sua carga horária para dar atenção aos agrupamentos. Determinar os objetivos e as metas para cada um deles é fundamental para não desperdiçar tempo. No restante do seu horário, siga com todos os alunos o programa normal.
8 Como ajudar cada um de acordo com suas necessidades de aprendizagem?
Uma alternativa é reorganizar a sala, colocando os mais adiantados no fundo, os que estão com dúvidas pontuais no centro e os que apresentam mais problemas próximo a você. Assim, é possível passar entre as carteiras, observar todos atentamente e intervir com afinco no trabalho dos que mais precisam. Verifique como eles fizeram a atividade, peça explicações sobre a resolução, proponha a discussão entre pares, mostre o que precisam rever etc. "Dessa forma, assim que as dúvidas aparecem, elas são sanadas. Uma pequena intervenção, em certos momentos, é essencial para a compreensão do conteúdo", recomenda Maria Celina.
9 Mandar tarefa de casa como reforço é uma boa estratégia?
Como atividade única e isolada, não. Mas, como complemento do trabalho realizado em classe, sim, funciona e muito bem. Nesse caso, a ideia é sistematizar um conhecimento adquirido. "É preciso selecionar desafios que o aluno tenha autonomia para enfrentar. Ele tem de ter visto o conteúdo em sala, tirado todas as dúvidas e feito exercícios similares com o apoio do professor. A tarefa será apenas para sistematizar ou refletir sobre o que aprendeu", explica Rosa Maria. De nada adianta preparar atividades para fazer em casa sem orientação. Dificilmente, ele sozinho conseguirá avançar.
10 Qual o papel do titular da turma quando o reforço é no contraturno?
Em escolas que oferecem horários especiais para a recuperação, o papel de quem está diariamente com a turma é fornecer as informações possíveis ao colega que ficará responsável pelas aulas extras, providenciar as atividades que serão propostas e acompanhar o avanço da garotada. Afinal, é ele quem conhece as crianças e sabe quais conteúdos elas precisam rever, as estratégias de ensino já usadas e que se mostraram insuficientes. "Esse tipo de organização não muda em nada a função do regente de sala", ressalta Maria Celina. Há apenas uma exceção a essa regra: crianças não alfabéticas que já estão em séries avançadas do Ensino Fundamental demandam uma ajuda mais efetiva por parte do educador de reforço. Além de essa não ser a área do especialista, a tarefa exige mais tempo e dedicação do que ele tem disponível.
 
11 Como saber se a recuperação funcionou e todos aprenderam?
Com novas avaliações e análises dos resultados (leia mais no quadro abaixo). "É preciso acompanhar o avanço de cada um de perto e registrar todos os passos", recomenda Luckesi. Analise se os estudantes superaram obstáculos e sanaram as dúvidas, se participam das discussões com bons argumentos e se têm segurança e destreza para realizar os exercícios. Para se certificar das aprendizagens, você pode apresentar questões semelhantes às das avaliações anteriores e pedir que eles resolvam individualmente. Retome o diagnóstico inicial e as anotações feitas antes da recuperação e compare o desempenho de todos. Aqueles que superaram as dificuldades devem ser transferidos para o grupo dos que precisam de novos desafios. Com aqueles que ainda não superaram todos os problemas detectados, o trabalho continua, assim como a avaliação da aprendizagem de novos conteúdos trabalhados, que é contínua.




segunda-feira, 14 de abril de 2014

Painel para Pascoa "Escola Vitor"

Postado Por educaipo Postado As 20:21 Com Sem Comentarios




Painel Dia do Livro da Escola Vitor

Postado Por educaipo Postado As 20:15 Com Sem Comentarios



sexta-feira, 8 de novembro de 2013


Cada criança é um ser único  que deve ser entendido, cuidado e respeitado. Da mesma forma que os adultos, as crianças tem o direito de ter garantida sua dignidade e integridade física  mental e moral.
No inicio da vida as crianças comunicam-se pelo choro. Ele é uma forma de demonstrar seus desconfortos, fome, frio, calor, dor/cólicas, cansaço e insegurança.
É importante que os pais/cuidadores procurem entender o que esta acontecendo para resolver cada situação, cuidando, conversando e protegendo com afeto. Aos poucos os pais/cuidadores vão percebendo e reconhecendo as necessidades e o jeito de ser de sua criança.
A medida que a criança cresce, é preciso que aprenda o que pode e o que não pode fazer e a identificar as situações de perigo. Por isso, os limites precisam ser ensinados com clareza e carinho. Morder, chutar e bater são comportamentos frequentes nos primeiros anos de vida e, por isso, é necessário desde cedo conversar a respeito cada vez que a criança agir de forma agressiva.
Birra e desobediência são atitudes de confronto e fazem parte do desenvolvimento da criança; no entanto, pais/cuidadores não devem ceder aos seus caprichos.
A educação das crianças requer carinho, respeito e paciência. Pra ensiná-las, você Não deve fazer com que  acriança experimente dor ou perigo como dar palmadas ou submetê-las a castigos humilhantes ou degradantes.
É muito importante respeitar a criança para que ela aprenda a respeitar os outros. Lembre-se que o exemplo é o melhor aprendizado.

"Não exija da criança mais do que ela é capaz de entender e realizar".

Fonte: caderneta da saúde da criança, ministério da saúde.    

Peixe-boi

Postado Por educaipo Postado As 14:33 Com Sem Comentarios
O simpático peixe-boi (Trichechus manatus) existe no sul dos Estados Unidos, no oeste da África e na Austrália. Mas é no Brasil que esse mamífero esta mais ameaçado: fala-se em apenas 400 exemplares em nossa costa. É um bicho herbívoro, muito dócil, e pode podem chegar a 2,5 metros de comprimento e 500 quilos. Seu primo de água doce (Trichechus inunguis), natural da Amazônia, é o principal ingrediente da mixiria – prato típico e fácil de achar em Manaus e Belém.


fonte superinteressante

O tempo passa

Postado Por educaipo Postado As 14:28 Com Sem Comentarios
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos.
Perdemos dias, às vezes anos.
Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.
E o tempo passa...
Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: e agora?!Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir, de dar o abraço, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.
Olhe para frente!
Ainda é tempo de agradecer pela vida, que mesmo efêmera, ainda está em nós.Pense! Ainda tem tempo!!! Não o perca mais!


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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Semana da criança da escola Vitor

Postado Por educaipo Postado As 08:46 Com Sem Comentarios
A escola Vitor Rodrigues da Motta organizou varias atrações para a semana das crianças, jogos, brincadeiras, gincanas, experiencias, nas gincanas realizadas no clube Takeupa as equipes vencedoras receberam medalhas, foi servido também um banquete para os alunos nos dois períodos; coxinhas, risoles, bolinhos, suco e bolo.
Na sexta-feira, as atrações ficaram por conta da Secretaria Municipal de Educação que contratou uma empresa com vários brinquedos que foram montados no campo da cidade, onde as crianças puderam junto com as demais escolas do município se divertirem ainda mais no pula-pula, tobogã, jogo de basquete eletrônico, e muitos outros.

Parabéns a todos os professores e funcionários envolvidos que fizeram desta semana das crianças a melhor de todos os anos.











sábado, 14 de setembro de 2013

7 de setembro "Escola Vitor"

Postado Por educaipo Postado As 14:55 Com Sem Comentarios
A escola Vitor Rodrigues da Motta comemorou o dia 7 de setembro com diversas apresentações, poesias, jogral, teatro, musica tudo em grande estilo, tivemos ainda a presença ilustre do Ex . Sr prefeito Valmir, seu vice Edmundo e o presidente da câmara de vereadores Juraci, juntamente com a vereadora Lucia, as apresentações iniciaram com a entoação do Hino nacional Brasileiro e o hasteamento da bandeira, em seguida a turminha da pré escola apresentou uma musica que foi aplaudida por todo o publico presente, dando seqüência as apresentações foi a vez da turma do 1º e 2º ano se apresentarem com o Jogral “independência do Brasil”, o 3º ano por sua vez apresentou 2 poesias, o 4° ano a encenação de uma história “as margens do rio Ipiranga”, e por ultimo o 5º ano com um jogral, para encerrar a comemoração foi entoado o hino a independência. Parabéns a toda a equipe pedagógica da escola Vitor, Professores, Funcionários e alunos pela belíssima apresentação que se deu neste dia.








sábado, 7 de setembro de 2013

A escola Vitor Rodrigues da Motta, localizada no bairro serra, um bairro turístico com dezenas de cavernas e diversas atrações dentre elas esportes radicais, localizada no município de Iporanga  deu inicio a 4ª conferência do meio ambiente, evento que começou com a participação de palestrantes e convidados, explicando aos alunos o que seria o projeto a ser trabalhado, em seguida formou-se através de votos dos próprios alunos a Convida (comissão do meio ambiente e qualidade de vida na escola), definiram o titulo do projeto que é “Vale da água” a comissão então arregaçou as mangas e deu inicio as primeiras ações dentro da escola confira abaixo o que nossos alunos estão desenvolvendo pensando em um planeta sustentável e uma melhor qualidade de vida das pessoas.



Abaixo a árvore dos sonhos, local onde os alunos escrevam tudo aquilo que desejam, seus sonhos,esperanças para um lugar com mais qualidade de vida livre da poluição. 


O muro das lamentações, local em que os alunos colocaram tudo aquilo que para eles estava incorreto os problemas e o que deve ser mudado com a árvore dos sonhos.



segunda-feira, 26 de agosto de 2013








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